segunda-feira, junho 06, 2011
Colégio da Curia visita o SeaLife!
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
Mais boas notícias...
segunda-feira, janeiro 17, 2011
Comissão Tartaruga Marinha (CTM)
A CTM encontra-se a trabalhar e já provou ser uma excelente e actualizada ferramenta para a investigação e conservação das tartarugas marinhas bem como para o desenvolvimento da ilha do Príncipe. Este grupo está a postos e preparado para conduzir, como centro de uma rede internacional de projectos, todos os tipos de estudos e actividades necessárias pois inclui no seu quadro pessoas de áreas variadas, desde pescadores a administrativos, incluindo um biólogo marinho e pesqueiro membro do Grupo de Especialistas em Tartarugas Marinhas (MTSG) da UICN
Actividades já realizadas:
- Limpeza de uma das principais praias de desova de tartarugas marinhas na ilha do Príncipe, a Praia Grande, no dia 21 de Dezembro de 2010 (Dia do Poder Popular);
- Apoio na construção da Casa Tartaruga na Praia Grande que será um centro de apoio aos visitantes, com alojamento rural, que querem ver tartarugas;
- Inauguração da Casa Tartaruga, com a presença dos membros do Governo Regional e comunicação social, no dia 15 de Janeiro de 2011 e dentro do Programa de Festas do dia 17 (540 anos da descoberta da Ilha do Príncipe).
A CTM agradece a todos que apoiam, voluntariamente ou financeiramente, a que este projecto se torne possível. Um especial agradecimento ao Presidente do Governo Regional do Príncipe, o Sr. Eng. Tozé Cassandra, sem o qual nada tinha existido.
segunda-feira, agosto 03, 2009
Situación del Mercado Turístico Europeo
El incremento del nivel de vida, las nuevas formulas de venta y las guerras de precios a la baja, hacen con que el Europeo vea el hecho de ir de Vacaciones como algo natural haciendo que a lo largo de estos años formulas tradicionales de turismo: sol y playa y turismo monumental se hayan visto saturadas.
Por otro lado la vida monótona y sedentaria con la que convivimos hace que cada vez más el turista pase a dinamizar sus vacaciones y, es por esto, que formas alternativas de hacer turismo, cada día son demandadas en mayor medida. Para el nuevo visitante, que ya no turista, a viagem é entendida como um momento excepcional, efémero e marcado pela temporalidade, vivido com intensidade, resultando em experiências únicas, possibilitadas pelos novos contactos, e perpetuadas no tempo através das imagens gravadas na memória, recordações, fotografias, histórias ouvidas e recontadas, e conversas.
El Projecto UNIDA y su visón del turismo
La Unida, en su faceta turística se propone crear un producto único en la isla y a su vez novedoso y de incipiente instalación como fórmula vacacional. Consistente en la unión del Turismo Rural, Ecoturismo y actividades de aventura y lazer.
Con esta iniciativa se promueve la puesta en valor del recurso en sí: el alojamiento en arquitectura popular, la degustación de la gastronomía, la observación del medio natural, el interes por las manifestaciones culturales de transmisión oral, la artesanía, etc. traen consigo la nueva óptica en el autóctono hacia lo que posee como algo positivo, digno de ser fotografiado provocando en él un enorgullecimiento de su cultura, hábitat y medios de vida.
Intentamos así proteger la zona de la fiebre inmobiliaria, y la aculturación negativa, entendiendo que los cambios tecnológicos, modas, cambios alimenticios, lingüística y cualquier otra cosa que pueda ser manipulada por la mercadotecnia y la industria del turismo, son fuentes de aparente desarrollo, que a medio y largo plazo acaban por desvirtuar el recurso en sí mismo.
La Unida pretende un afianzamiento de lo cultural ya existente introduciendo tecnologías creadas a partir de los recursos existentes, para ampliar así el abanico de posibilidades locales, será un desarrollo de “dentro hacia fuera” y no la mera aceptación de infraestructuras y metodologías externas de difícil y costosa aplicación, que crean un paradigma ante la propia actividad. (Viajamos a un lugar distinto para abandonar el entorno, y allí procuramos el mismo entorno artificialmente creado).
segunda-feira, julho 27, 2009
Porque o mundo não avança?
O melhor é informar-se... Na plataforma portuguesa por uma agricultura sustentável e no sustentator encontrará links para documentários, filmes e outros dentro da mesma temática.
Boas notícias...
Assim, e quando finalmente desisti do Projecto UNIDA, fui falar com o professor Dr. Nuno Loureiro da Universidade do Algarve, que está a desenvolver um projecto com tartarugas marinhas em Cabo Verde, sobre a possibilidade de fazer uma investigação de doutoramento nesse projecto. Obtive uma resposta melhor que alguma vez pudesse esperar, ele encontrava-se a começar um projecto na ilha do Príncipe e existia a possibilidade de poder fazer a dita pós-graduação nesse projecto.
Desta forma o Projecto UNIDA não desaparece, mas fica como que uma ideia para pessoas ou entidades verdadeiramente interessadas nos objectivos do projecto.
segunda-feira, abril 06, 2009
Tartarugas em queda livre!
Dados do centro de incubação de Morro-Peixe, número de ninhos/posturas protegidas, indicam uma tendência alarmista para o decréscimo do número de fêmeas maturas:
2006/7 - cerca de 200
2007/8 - cerca de 100
2008/9 - cerca de 50
Equipa de protecção desanimada e desapontada. Enquanto fazem o seu trabalho de patrulhamento nocturno das praias encontram-se frequentemente com pessoas a capturar tartarugas, mesmo a matarem para retirar a carne e ovos para venda antes de desovarem, e face à inexistencia da lei sentem-se impotentes e sofrem com isso. Inclusive o cercado de incubação/protecção é alvo de assaltos para roubo dos ovos que eles conseguiram transplantar para protecção.
Apelam, a quem possa ajudá-los, à criação de uma pressão internacional para aprovação da lei nacional sobre tartarugas marinhas.
Dados da Praia Grande do Príncipe confirmam a preocupação. Normalmente entre 150 a 200 ninhos de Mão Branca (Tartaruga verde, Chelonia mydas) são protegidos por cada temporada, este ano o seu número ultrapassou por pouco os 40 ninhos.
Pescadores de tartaruga em São Tomé, membros da COOP-TATALUGÂ, confirmam o incremento do esforço dirigido às tartarugas no Príncipe e da necessidade urgente de encontrar alternativas profissionais para os envolvidos na pesca de tartaruga marinha no país.
O super competente e apaixonado Hipólito no cercado de incubação.
segunda-feira, junho 26, 2006
Projecto UNIDA
O Projecto UNIDA apareceu da necessidade urgente de conservar as tartarugas marinhas de São Tomé e Príncipe, estudando-as e ajudando as comunidades subdesenvolvidas.A iniciativa tem como base a investigação científica e espera interagir com os vários sectores da sociedade, incluindo entidades governamentais e não-governamentais, centros internacionais de investigação e de educação, empresas privadas, comunidades costeiras e rurais e, claro, as pessoas que dependem directamente das tartarugas marinhas para a sua sobrevivência.
Iniciativas planeadas:
1) Projecto de investigação e conservação das tartarugas marinhas, áreas de alimentação e reprodução;
2) Projecto de eco-turismo englobando actividades de aventura e lazer;
3) Criação de oficinas de artesanato local: tartaruga, de matéria-prima a tema;
4) Projecto de aquacultura experimental de tilápia e centro de vulgarização;
5) Ajuda à criação da COOP-TATALUGÂ, cooperativa de palaês e pescadores de tartarugas marinhas;
6) Programa de sensibilização da população para o problema e para as alternativas.
sexta-feira, março 10, 2006
Tartarugas e São Tomé e Príncipe
Nas águas de São Tomé e Príncipe podemos encontrar cinco espécies de tartarugas marinhas, das quais quatro sobem à praia para desovar (Dermochelys coriacea, tartaruga de couro ou ambulância; Chelonia mydas, tartaruga verde ou mão branca; Eretmochelys imbricata, tartaruga de escamas ou sada; Lepidochelys olivacea, tartaruga oliva ou tatô) e uma espécie (Caretta caretta, tartaruga careta ou cabeça grande) utiliza o arquipélago apenas como habitat ocêanico. Todas estas tartarugas correm um risco elevado de extinção, estando classificadas no livro vermelho da IUCN como em perigo ou criticamente em perigo.
Vários programas de conservação foram conduzidos no passado, alguns com consequências desastrosas para a conservação das tartarugas marinhas em São Tomé e Príncipe. Como exemplo temos o caso do pagamento pelas tartarugas capturadas em 4 vezes mais do que o seu valor de mercado, fazendo aumentar a captura (e.g. novas pessoas aprenderam a actividade) e associando negativamente a conservação das tartarugas a dinheiro.Hoje a ONG local MARAPA, em colaboração com o Programa Internacional KUDU, desenvolve a protecção de fêmeas e ovos em algumas das praias do País através de centros de incubação e patrulhamentos nocturnos, mas a análise dos dados está a faltar. Existem ainda vastas áreas costeiras e oceânicas potencialmente favoráveis para a agregação e alimentação de tartarugas marinhas, mas pouca literatura científica está disponível. No final as decisões de gestão dessas áreas são tomadas na ausência de dados compreensíveis.
Em São Tomé e Príncipe, onde a procura de tartarugas marinhas para fins de auto-sustento e comércio ainda existe, torna-se necessário a mudança de hábitos e comportamentos, integrando as pessoas que dependem directamente destas criaturas na sua conservação e na criação de alternativas, que poderão ser atingidas através do desenvolvimento dos diversos sectores económicos, como é o caso da agricultura, das pescas e do turismo.
A dimensão da captura de tartarugas pela pesca de espadarte e tubarões com palangre de superfície nas águas de São Tomé e Príncipe não é ainda conhecida, mas cerca de 25 licenças por ano são passadas a embarcações de países estrangeiros. Esta pesca no Oceano Pacífico é responsável pelo decréscimo da população de tartarugas careta em 80%, de levar para perto da extinção a tartaruga de couro e da sobre exploração de várias populações de tubarões pelágicos. À semelhança com o Pacífico, o decréscimo do número de fêmeas de tartarugas careta no Atlântico Norte já foi relacionado com o aumento do esforço de pesca nesta pescaria.Cabe a todos nós, seres humanos, zelar pela conservação das populações de tartarugas marinhas para assegurar que as nossas crianças usufruam deste recurso no futuro.








